A MULHER PODE FALAR OU ENSINAR NA IGREJA?
A mulher pode falar nas
igrejas?
·
“as mulheres estejam caladas nas igrejas; pois não lhes é
permitido falar, mas estejam em sujeição, como também diz a Lei. Se, porém,
querem aprender alguma coisa, perguntem-na em casa a seus maridos; porque é
vergonhoso para uma mulher o falar na igreja.” (1Co 14.34,35).
“Quem” não pode fazer “o quê” e “aonde”? Três
perguntas que definem o entendimento do trecho.
Primeira coisa a saber é: “quem não podia falar nas reuniões dos
convertidos?”. As mulheres. Mas, que tipo de mulher? Já que era para elas interrogarem
os maridos, logo trata-se de mulheres casadas.
Segunda, é preciso saber “onde” as mulheres não
poderiam falar. Resposta: nas “igrejas”. Mas, o que é “igrejas”? Há três termos
usados pelo sistema religioso que precisam ser esclarecidos:
1.
Igreja (com “I” maiúsculo). É única, pois trata-se da Noiva de Cristo e Jesus não é polígamo (que tem várias
noivas), nem promíscuo (que tem uma noiva e vários
amantes). Trata-se do corpo de Cristo (Jesus não é a
cabeça de vários corpos, tampouco um corpo com várias cabeças (uma para cada
pastor da instituição religiosa));
2.
Instituição religiosa. É uma invenção do homem
advinda do paganismo, mas que adentrou para o cristianismo a partir do
imperador Constantino e permanece até hoje. Trata-se de uma corporação fundada
por um homem (que se intitula “homem de Deus”) que foi ao cartório, adquiriu um CNPJ, alugou ou construiu um cômodo e
fez dele um templo. Ali as pessoas se reúnem alguns dias na semana por um
período em média de uma hora e meia para cantar, dançar, orar, estudar a
bíblia, etc.
3.
igreja (com “i” minúsculo, podendo ser
encontrado também no plural). Todas as vezes que, na Escritura Sagrada
aparece esta palavra no plural ou no singular (desde que não esteja se
referindo à Noiva de Cristo), está se referindo a um grupo de indivíduos
que são reunidos INFORMALMENTE num determinado lugar pelo Espírito do Eterno (Mt 18.20 –
basta pensar que só é filho de Deus aquele que é guiado pelo Espírito do Eterno
(Rm 8.14)). Para diferenciar do termo Igreja, eu prefiro
usar Oholiau que, segundo dizem, é o termo hebraico para “tenda do criador”. Ou
seja, não era nada programado. Podemos ver isto quando Pedro e João, indo ao
templo, encontram, no meio do caminho, um homem coxo desde o ventre. Pedro e
João não se preocuparam se iam chegar atrasado ao templo ou não. Ele parou para
socorrer aquele coxo (At 3.1-3).
Embora eles, por falta de entendimento,
conservassem ainda muitas tradições judaicas, isto, de modo algum significa que
as mesmas tinham valor (como se reunirem à hora nona de
oração). A Escritura Sagrada foi sendo revelada aos
poucos. Mas note que a prioridade era ajudar o próximo, e não realizar um culto
religioso para alegria da ”plateia“ (já que a grande maioria fica só
assistindo o culto).
Ou seja, as mulheres casadas não podiam falar
na Oholiau.
Vem a questão: as mulheres poderiam falar em
outro lugar, por exemplo:
·
Diante dos religiosos? Eu te pergunto: para
quê, já que eles gostam de enganar e serem enganados (Mt 15.14; 2Tm
4.3,4)? Isto é perder tempo;
·
Diante dos mundanos? Para quê, já que eles têm
prazer nas suas más obras (Jo 3.19-21)?
·
Diante dos perdidos que se achavam no mundo?
Neste caso, este não deixa de ser parte da Igreja, valendo o que está descrito
em 1Co 14.34,35.
Terceira pergunta a ser respondida é: “o que as
mulheres não podiam fazer nas reuniões dos irmãos?”, ou seja, o que significa
“falar”? Em primeiro lugar, o que é que as mulheres não podiam falar.
Se analisarmos o capítulo, note que está sendo tratado
do dom de línguas e profecia.
·
“E falem dois ou três profetas, e os outros julguem.
Mas, se a outro, que estiver assentado, for revelada alguma coisa, cale-se o
primeiro. Porque todos podereis profetizar, uns depois dos outros; para que
todos aprendam, e todos sejam consolados. E os espíritos dos profetas estão
sujeitos aos profetas.” (1Co 14.29-32).
Em particular, nos versos anteriores, estava
sendo mencionado homens profetizando, um após o outro e os demais julgando as
profecias. Como o Eterno não é Deus de confusão, mas sim de paz (1Co 14.33), as
esposas não deveriam se pronunciar com relação às profecias de seus maridos a
fim de não gerar confusão.
Além disto, quando Paulo escreve a Timóteo, ele
diz que a mulher deveria aprender em silêncio (1Tm 2.11). Ou seja, ela deveria aprender
(ao contrário do que era dito na época, a saber, que as mulheres não precisavam
aprender nada). Contudo, tal aprendizado tinha por finalidade aproximar o
marido da esposa, e não separá-los.
O problema é que Adão foi amaldiçoado (junto com a
terra) justamente por ter dado ouvidos à voz da sua
mulher (Gn 3.17; 1Tm 2.14). Eva se deixou enganar pelos desejos do seu
coração (Gn 3.5,6) e se esforçou para persuadir Adão.
Considerando que Deus fez aliança com o homem (Gn 1.26-28), entrando a mulher como auxiliadora idônea, o papel dela não é mudar a
vocação dada por Deus ao homem, mas sim ser fiel a Deus ajudando seu marido a
completar sua missão.
Entenda: a questão não é simplesmente falar
coisas certas (como faz o professor). O ministério dado por Eterno é o de mestre, cujo papel é o de
assimilar a vontade do Criador e Seu caráter em si e, então, com sua vida,
mostrar a Palavra do Eterno através da prática. Para ser mais exato: o papel do
homem não é ensinar uma verdade sagrada que nada tem haver consigo (por mais certa
que esta seja). Antes, seu papel é mostrar o que é real em
sua vida. E como a mulher é auxiliadora idônea do homem, seu papel é receber
dentro de si o ministério do marido e permitir que o Eterno trabalhe o mesmo
dentro de si, até que o mesmo possa ser recebido por todos que estiverem
próximos. Daí ela não ter o que ensinar, mas tão somente confirmar o que está
sendo afirmado pelo Eterno através do marido.
Daí Paulo dizer:
·
“A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição. Não
permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas
que esteja em silêncio. Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva. E Adão
não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão.” (1Tm 2.11-14).
A única razão para alguém falar é porque deseja
influenciar a vida de outrem, seja de modo direto (tentando forçá-lo a acreditar
naquilo que supõe ser correto) ou indireto (levando o indivíduo a pensar). E considerando a eficácia da mulher em seduzir o homem (Rm 1.26,27), nada mais indicado do que ela permanecer calada aprendendo
diretamente dele.
Você pode questionar: “mas, e se a mulher tiver
ideias melhores do que a do marido?”. A questão não é quem está certo ou
errado. Pense na primeira ordem que o Eterno deu ao ser humano:
·
“Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não
comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.” (Gn 2.17).
Infelizmente o ser humano firma seus
relacionamentos e negócios em cima da virtude do próximo. Contudo, no Reino dos
Céus a história é diferente:
·
“Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os
que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam
e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; porque
faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e
injustos.” (Mt 5.44,45) – quem deve ser amado não são os bonzinhos, mas
os inimigos. Ou seja, é aos inimigos que devemos nos ligar, e não àqueles que
nos paparicam (Pv 26.28; 28.23; 29.5);
·
“Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são
perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama.” (Lc 7.47) – só é capaz de amar aquele que é abundantemente perdoado pelos seus
inúmeros pecados;
·
“E dizia também ao que o tinha convidado: Quando deres um
jantar, ou uma ceia, não chames os teus amigos, nem os teus irmãos, nem os teus
parentes, nem vizinhos ricos, para que não suceda que também eles te tornem a convidar,
e te seja isso recompensado. Mas, quando fizeres convite, chama os pobres,
aleijados, mancos e cegos, e serás bem-aventurado; porque eles não têm com que
to recompensar; mas recompensado te será na ressurreição dos justos.” (Lc 14.12-14) – quem deve ser ajudado são justamente aquelas pessoas que não têm nada
de bom para nos oferecer;
·
“Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas,
onde o pecado abundou, superabundou a graça;” (Rm 5.20) – Pela lógica humana, era de se esperar que o
Favor do Eterno superabundasse onde abundasse a justiça, honestidade,
santidade, pureza, verdade.
Contudo, o Favor do Eterno só superabunda aonde
o pecado abunda. Logo, louve ao Eterno pelos inúmeros pecados do teu cônjuge e
familiares, pois a única forma de seres alvo do Favor do Eterno (graça) e seres salvo (Ef 2.8,9) é em meio aos pecadores. Para ser mais exato: quanto mais pecadores
forem os indivíduos à nossa volta, mais hás de experimentar o Favor do Eterno
por ti;
·
“Porque, vede, irmãos, a vossa vocação, que não são
muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres
que são chamados. Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir
as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as
fortes; e Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que
não são, para aniquilar as que são; para que nenhuma carne se glorie perante
ele.” (1Co 1.26-29) – São justamente os indivíduos mais pecadores que o Eterno escolheu
para serem seus discípulos.
A princípio, pela nossa lógica, o Eterno deveria
ter escolhido os indivíduos mais sábios, honestos, amorosos, etc. para serem
seus discípulos e apóstolos. No entanto, quem foram os escolhidos?
·
Pedro, um indivíduo que, mesmo depois de andar
quase quatro anos com o Eterno, sendo ministrado diretamente por Ele 24 horas
por dia acerca do verdadeiro amor, ainda assim teve coragem de cortar a orelha
de Malco, servo do sumo-sacerdote (Jo 18.10);
·
Tiago e João, o discípulo do amor, que não
hesitaram em desejar que caísse fogo do céu sobre os samaritanos quando eles
não quiseram cooperar com o Eterno (Lc 9.54);
·
Mateus, o publicano (Mt 9.9). Os publicanos eram marginalizados pela sociedade (Mt 9.11) por retirarem dinheiro dos judeus e entregarem para Roma, ao invés de
se manterem fiéis aos da nação e não aceitarem este tipo de emprego;
·
Judas Iscariotes que, mesmo vendo todos os
feitos de Jesus, tinha coragem de trair a confiança do Eterno roubando-lhe (Jo 12.6);
Todos eles foram usados pelo Eterno para curar
enfermos e expulsar demônios (Mt 10.1), mesmo não sendo ainda convertidos (como Simão, por exemplo – Lc
22.31,32), mesmo não tenho nenhum amor por Jesus (Jo 14.28).
Tudo isto para nos ensinar que a questão não é
a justiça humana (Árvore do Conhecimento do Bem e
do Mal). Aliás, sendo o amor ao dinheiro é raiz de
toda espécie de males (1Tm 6.10), o arbítrio entre bem e mal é o chão que nutre esta árvore do inferno.
Todos os problemas de relacionamento (e da humanidade) são uma consequência direta de se firmar na própria justiça ao invés
de se submeter à justiça do Eterno (ver Rm 10.3).
Na verdade, a árvore do conhecimento do bem e
do mal foi a forma que a mulher encontrou para não depender do homem e o homem,
do Eterno.
Assim sendo, ao invés de se preocupar com certo
e errado, o que a mulher deve fazer é buscar no Eterno conhecer quem
verdadeiramente é seu marido e, com base nesta revelação, dar lugar para o
Favor do Eterno transbordar em seu lar por meio de sua vida. Quando isto
acontecer:
·
se ele não quiser nada com Cristo, irá se
apartar, já que luz não combina com trevas;
·
se ele consentir em permanecer ao lado da
mulher, será ganho sem palavra alguma (1Pe 3.1,2) e separado para uso exclusivo do Eterno (1Co 7.12-14).
A força da mulher é tal que, independente do
que homem é ou deixe de ser, ela sozinha, por meio do poder do Eterno, é capaz
de edificar sua casa (Pv 14.1).
Enfim, se a mulher permanecer sujeita ao
marido, conseguirá aprender, mesmo no silêncio (1Tm 2.11). Sem contar que ela não precisará ministrar ensinamentos estranhos à
vida do marido, como fez Eva com Adão (Gn 3.11,17). Estes ensinamentos, que pareciam ser bons, foi justamente o que
enganou Eva e a induziu a seduzir Adão.
Em outras palavras, ao ordenar, por meio de
Paulo, que a mulher não ensinasse, nem usasse de autoridade sobre o marido (1Tm 2.12), o que o Eterno tinha em mente é que Seu projeto para o casal não
fosse adulterado, comprometendo o bom funcionamento do Seu corpo.
Não permito, porém, que a mulher
ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio.
Nunca foi intenção do Eterno que o aprendizado
fosse teórico. De quê adiantaria a mulher aprender alguma coisa que não fosse
ser útil para auxiliar seu marido na missão que Eterno lhe deu (frutificar,
multiplicar, encher a terra e sujeitá-la ao domínio do Criador (Gn 1.28; 2.18))?
Por mais que a mulher possa ser consagrada e
fiel aos ensinamentos do Eterno, se ela buscar o Eterno por ela mesma, ainda
que estando lado a lado de seu marido, jamais será capaz da unidade perfeita com
ele, tal como o Eterno deseja (Jo 17.11,21-23).
É preciso compreender que o objetivo do Eterno
não é que Sua Igreja seja melhor que o mundo. Não é preciso a presença do
Eterno no coração de alguém para que seja possível uma unidade parcial. Basta
pensar nos cartéis, gangues, etc. Ele conseguem um nível de união muito maior
do que a encontrada na maioria das instituições religiosas.
A única forma de haver a perfeita unidade no
lar é a mulher renunciando seus sentimentos, pensamentos, desejos e planos a
fim de que os planos do Eterno para seu marido preencham todo o seu ser. Note
como não é a mulher buscando um plano para sua vida que coopere com o plano do
marido, pois, neste caso, teríamos uma di-visão (ou seja, duas visões) e, como bem sabemos, todo reino ou casa dividida contra si mesma não
subsiste (Mt 12.25).
Entenda: assim como o homem tem que negar-se a
si mesmo para obter a vontade do Eterno para si (Mt 16.24; Mc 8.34; Lc 9.23), a mulher deve negar-se a si mesma para obter a vontade do marido, que
é a vontade do Eterno para si e seus filhos.
Em outras palavras, ao invés da mulher sair
adquirindo conhecimento para, assim, influenciar os homens ou passar por cima
da autoridade que Eterno lhes deu, a mulher que quiser aprender alguma coisa, que
interrogue seu marido, de modo a despertar nele fome pela Escritura Sagrada e
sede pelo Espírito Santo. Que a mulher aprenda com toda espécie de submissão (1Tm 2.11)
Se o assunto não interessa ao marido, que a
esposa saiba buscar no Eterno razões para despertar no marido o desejo de
adquirir o mesmo (admitindo que isto seja
relevante conforme o plano do Eterno para seu lar – ver Dt 29.29). No que ela tenta aprender junto com outros irmãos, ela está
testemunhando que o marido não tem interesse pelas coisas do Criador ou não é sábio
o suficiente para aprender. Sem contar que está querendo alterar os planos do
Eterno.
Conhecimento é importante na medida que este é
vivenciado dentro do indivíduo.
Conhecimento separado de prática só serve para dividir o corpo familiar (Rm 16.17,18;
1Tm 6.3-5).
O conhecimento é para nos capacitar à sujeição
mútua no temor do Eterno (Ef 5.21), e não para servir de desculpa para passarmos por cima dos outros para
conseguir algo. O pecado teve sua origem justamente quando Ha-Satan e seus
anjos quiseram ir além do que Eterno tinha determinado para eles (Is 14.12-14;
Jd 6).
O objetivo das limitações é a manifestação do
poder do Eterno (2Co 4.10,11; 12.9,10) em cima daquilo que parece pouco aos nossos olhos. Quando passamos por
cima dos outros, além de estarmos a roubá-los, privamos nós mesmos de
experimentarmos o mover do Eterno em nós.
Basta pensarmos que o Reino dos Céus pertence aos pequeninos (Mc 10.14,15). A característica básica do Reino do Eterno é a dependência total
nossa a Ele neste mundo. O Eterno jamais tencionou que Seus feitos,
ensinamentos e preceitos tivessem como finalidade fortalecer os indivíduos a
fim de que pudessem ser “vitoriosos neste mundo” (ver Is 58.3,4). Pelo contrário: era justamente para “vencerem o mundo” (1Jo 5.3).
Só entra no Reino dos Céus quem é pequeno neste
mundo, ou seja, que não consegue se destacar nele em nada. Temos que ser
conhecidos nas regiões celestiais.
Enfim, sempre que o Espírito do Eterno reunisse
dois ou três irmãos para ministrar-lhes algo (Mt 18.20), as mulheres deveriam permanecer caladas. Mas, se é assim, como fica
trechos como (At 21.9; 1Co 11.5)?
Repare que o contexto de 1Co 14.34,35. Naquela
época, ao contrário do que acontece hoje nas instituições religiosas, os fiéis
iam às reuniões da Oholiau para aprenderem uns dos outros (1Co 14.26). Ali cada irmão em Cristo podia perguntar e ter suas dúvidas
solucionadas. É neste ambiente que Paulo estava dizendo para as mulheres não
falarem. Afinal, se as mulheres perguntassem alguma coisa, ao invés de
interrogarem seus maridos, era sinal que elas se sentiam mais livres na
presença dos irmãos do que na presença daquele que era uma só carne consigo.
Sem contar que ela estava, no fundo, afirmando que o marido não era sábio ou
interessado em compartilhar as boas novas com ela.
Com isto, além da mulher aprender algo que nada
tinha haver com seu marido, estava tirando a oportunidade de outros de terem
suas dúvidas selecionadas.
Você pode questionar: como assim não tem nada
haver com seu marido, uma vez que a mulher estava perguntando algo sobre as
coisas do Eterno? Entenda: a bênção especial que o Eterno tem para cada ser
humano é algo que nenhum olho viu, nenhum ouvido ouviu, nem subiu ao coração de
nenhum homem (1Co 2.9). Ou seja, o Eterno tem algo para cada um que só pertence a ele.
Ninguém, por mais consagrado e espiritual que seja, poderá ser portador de tal
revelação. É algo que pertence à intimidade entre Noivo e Noiva.
Somado isto com o fato de que a mudança do
comportamento da mulher afeta de tal modo os homens (ver Rm 1.26,27) que, se elas tomarem a frente, os homens acomodam (veja o caso de
Débora e Baraque, o qual, mesmo tendo, de alguma forma, ouvido a mensagem do
Criador, não teve coragem de ir sem Débora – Jz 4.6-8), explicam o motivo de ser vergonhoso para a mulher falar na Igreja.
Além disto, quando a mulher abandona a sujeição
do marido, irá se envolver com muitas atividades e indivíduos que nada têm
haver com ela. O Eterno fez a mulher da costela do homem (Gn 2.22) a fim de que ela percebesse que, fora dele, não existe vida, pois o
Favor de vida para a mulher é o mesmo que fora dado ao homem (1Pe 3.7).
Vem a questão: então a mulher pode falar fora
da Igreja? É lógico que não! O que ela iria fazer sem o marido, ainda mais em
um lugar que nada tem haver com o Criador? Iria ficar inquieta, sempre
insatisfeita, tal como um ímpio (Is 48.22; 57.19-21). O corpo nunca deve crescer, nem vencer sem a cabeça. Aliás, a
verdadeira vitória e crescimento só podem ser experimentados quando a vontade
do Eterno concedida a um membro do corpo e compartilhada com os demais e vivida
por eles.
Por mais correta que a mulher esteja, o homem
não deve se guiar pela voz de outro ser humano (Jr 17.5), mas apenas pela voz do Eterno (Gn 3.11,17). Mesmo porque, entendendo que o Reino do Eterno não consiste de
palavras, mas de poder, o que o homem precisa não são apenas de boas ideias,
mas sim da direção do Eterno, ou seja, de confirmar e perfeição de Jesus, Sua
Palavra e Seus dons. Quem tenta fazer as coisas certas sem Jesus, está
testemunhando contra Ele (Mt 12.30).
A questão não é ser guiado por aquilo que é
certo ou errado, como se a solução de tudo estivesse nas mãos de algum ser
humano (este foi o maior erro do povo de Israel – Êx 20.19; 1Sm 8.7). Aliás, se fosse para o ser humano ser repleto de sabedoria e
conhecimento, o Eterno teria feito ele nascer sabendo. Sem contar que o Eterno
não teria revelado o Seu segredo aos pequeninos (Mt 11.26,27), nem dito para morrermos para nós mesmos (Mt 16.23) e nos fazermos como crianças recém-nascidas (Mc 10.14,15;
Jo 3.3; 2Co 5.17) se fosse para sermos repletos de sabedoria e
conhecimento.
A mulher pode ensinar ao
homem?
·
“A mulher aprenda em silêncio com toda a sujeição; pois
não permito à mulher que ensine, nem que tenha domínio sobre o homem; mas que
esteja em silêncio. Pois Adão foi formado primeiro, depois Eva. Adão não foi
seduzido, mas a mulher é que, deixando-se iludir, caiu na transgressão;
entretanto ela será salva no dar filhos ao mundo, se permanecer na fé, no amor
e na santidade com moderação.” (1Tm 2.11-15).
Outra razão pela qual a mulher não devia falar quando
o Espírito Santo reunia aqueles que creem é porque, se ela conseguissem
aprender ou ensinar algo separada do seu marido, ela seria tentada a querer
ensiná-lo e até mesmo dominá-lo.
A ideia
é que o homem seja sábio o suficiente para poder comunicar a Escritura Sagrada.
Se isto acontecer, não há necessidade de dois indivíduos para dizerem a mesma
coisa. Daí a ordem para a mulher ficar em silêncio.
Uma vez que a mulher foi criada depois de Adão
para auxiliá-lo (1Co 11.8,9; 1Tm 2.13), então ele precisa estar com a sua cabeça (a saber, o marido – 1Co 11.3) coberta. E a forma da mulher cobrir o marido é com o véu, ou seja, com
a lei, a saber, com sua submissão ao marido.
Para ser mais exato: a mulher deve se render
aos desejos do marido, tendo como algo bom a correção (Lv 26.41-43) do Eterno estabelecida no Éden (Gn 3.16). No que ela nega a si mesma e aceita em si a vontade do Eterno para o
marido, ela está cobrindo-o (confirmando a sabedoria e
caráter do Eterno na vida dele). De igual modo, quando alguém entrega sua vida
nas mãos de Jesus para que os pecados dos indivíduos venham a ser aniquilados (Mt 18.15-20) e seus efeitos sobre as indivíduos corrigidos, ele está cobrindo o indivíduo.
Ou seja, a forma de consertar o marido não é
tentando ensiná-lo ou modificá-lo, mas, sem palavra alguma (1Pe 3.1), dispondo-se nas mãos do Eterno para que ele enxergue o verdadeiro
ministério de Cristo, bem como o quão horrível é o pecado.
Todo homem que ora ou profetiza tentando cobrir
sua cabeça (Cristo), é porque não quer que Jesus apareça (contrariando a ordem de Cristo –
Mt 5.14-16). Antes, quer se sobressair perante todos (ver Is
14.12-14). Está usando o véu da lei para se justificar,
ao invés de aceitar o que Cristo fez por si. Por outro lado, toda mulher que
ora ou profetiza com a cabeça descoberta, está expondo sua nudez perante todos (1Co 11.5,6), ou seja, Sua incapacidade de mostrar a todos como a Igreja deve se
submeter a Cristo (Ef 5.22-24). Sem contar que, se ela não consegue convencer nem a si mesma (a mulher é uma
só carne com o marido – Gn 2.24; 1Co 6.16), como
então querer ensinar algo que não funciona nem para si?
A mulher precisa se cobrir com o véu da lei, a
saber, se sujeitando ao marido. Só assim sua oração (que deve ser resultado do seu
prazer em se dirigir ao Eterno a fim de ser usada pelo Seu Espírito para que
toda Sua vontade se cumpra nele) ou profecia (que certamente será uma mensagem
vinda da parte do Eterno a fim de corrigir, exortar ou confortar o marido, de
modo que todo impedimento que haja nele para a manifestação do poder do Eterno
caia por terra) terão valor.
Mas afinal:
Por que a mulher não pode ensinar, nem ter
autoridade de homem?
Além de isto estar indo contra a ordem (no sentido de
sequência, primeiro Adão, depois Eva), dá margem à enganação (1Tm 2.14). Note que Adão não foi enganado por Ha-Satan, mas sim seduzido por
Eva.
Quando se segue a ordem (princípio)
estabelecido pelo Eterno tudo funciona. Ou seja, se fosse o homem batendo papo
com a serpente, com certeza ele não teria sido enganado. E, mesmo que fosse,
ele não seria capaz de seduzir a mulher, pois esta só se deixa seduzir quando
quer. O homem é mais forte na área mental e a mulher, na área emocional.
Ao ver que a mulher comeu do fruto e não morreu
(fisicamente falando), ele se deixou persuadir por ela. Contudo, ao contrário
da mulher que se deixou levar pelas imaginações do seu coração, Adão se deixou
levar pela sua compreensão dos fatos somado aos argumentos da mulher.
E a mulher é tão boa para enganar (a si e aos
outros que):
1º -
Ao responder à pergunta da serpente, ela não
respondeu com precisão (Gn 3.2,3). Note que, mesmo antes do pecado, ela já não fora fiel a Eterno;
2º -
Conseguiu persuadir o homem com poucas
palavras, já que, em gênesis, só diz que ela deu do fruto a Adão e ele comeu (Gn 3.6). Só sabemos que ela falou por causa do motivo dado por Eterno para
punir Adão (Gn 3.17);
3º -
Ao ser questionada por Eterno, ela não
respondeu a pergunta (tal como o homem), mas simplesmente arrumou uma desculpa (Gn 3.13).
Tanto é
assim que, embora o número de mulheres no Brasil seja bem maior que o de
homens, praticamente não se vê propaganda de homens semi-nus para tentar
seduzir as mulheres. Ao invés disso, é priorizado o público masculino. Isto
porque, embora seja minoria, o homem é o mais fácil de ser seduzido, ainda mais
quando o instrumento de persuasão é uma mulher sedutora.
Pode-se ver isto na carta escrita aos
seguidores de Jesus que se reuniam em Tiatira segundo a direção do Espírito
Santo. Note como havia uma mulher ali que se dizia profetiza (Ap 2.20) a fim de ensinar e enganar os fiéis, de modo que eles se prostituíssem
(tanto no corpo como na fé), de
modo a sacrificarem aos ídolos. Diferentemente de Ap 2.14, onde é dito ter indivíduos
que seguiam a doutrina de Balaão, aqui é dito que a própria Jezabel estava
presente; não ela em indivíduo, mas aquilo que ela representa, a saber, uma
mulher que dominou o marido e toda a nação (1Rs 21.7,8).
Ou seja, Jezabel é o exemplo vivo do que
representa as sete mulheres em Isaías (Is 4.1). Embora seja ela quem efetivamente dominava tudo, ela ficava nos
bastidores, por trás do nome de Acabe.
Em Tiatira, Jezabel era a esposa de cada líder
religioso, tentando controlar as ações deles, de modo a poder governar nas
sombras. Não se trata de uma mera mudança de comportamento, mas de caráter,
ideologia.
A mulher já tem ministério
muito mais sublime do que liderar homens ou instituições religiosas.
Mas isto não é tudo! Se a mulher ficar
envolvida tentando “ajudar” outros homens, ela acabará não ajudando a quem
realmente ela deve ajudar. Mesmo que a mulher diga que sua intenção é agradar a
Jesus, é mentira! Se assim fosse, ela se dedicaria ao marido e aos filhos, já
que foi para isto que ela foi criada.
As mulheres que exercem cargo de liderança nas
instituições religiosas muitas vezes questionam: mas por que uma mulher não
pode ser líder religiosa, sendo que muitas vezes elas são mais capazes do que
os homens?
Não se trata de capacidade, mas de autoridade.
Um indivíduo pode muito bem ter ideias bem melhores que o presidente da
república, e nem por isto poderá governar. Se ele insistir no assunto poderá
ser processado e condenado.
De igual modo, uma enfermeira dedicada pode,
com o passar do tempo, se tornar mais capaz do que a maioria dos médicos que há
por aí, mas tem por isto poderá receitar algum remédio ou operar alguém, sob
pena de ser denunciada.
Você pode questionar: mas isto não é justo!
Contudo, de nada adianta teus protestos e revolta. Pelo simples fato de uma
enfermeira não possuir um CRM, não pode ser médica, ainda que tenha todos os
atributos para o exercício desta profissão.
Com relação ao Eterno, o raciocínio é o mesmo. No
que a esposa vai desempenhando seu papel como ajudadora idônea, ela vai
assimilando a função do marido (Gn 2.18). Ou seja, se o marido é pastor, ela
acaba ficando íntima do ministério pastoral; se o marido é evangelista, ela vai
assimilando os atributos de um evangelista. Contudo, por mais que ela receba
dentro de si todo o significado daquilo que o Eterno opera por meio do marido,
ainda assim ela tem autorização apenas para auxiliar seu marido.
Se ela tentar ser mais do que isto, não
conseguirá êxito no seu verdadeiro ministério, o que fará seu marido fracassar
na missão que o Eterno lhe designou, trazendo condenação sobre ambos e para seu
lar, além de ser um “tristemunho” para a Igreja do Eterno.
E não importa se você concorda com os
princípios Dele ou não, se acha justo ou injusto, se entende os mesmos ou não.
Se o Eterno, de fato, é Senhor, Salvador e Tesouro da tua vida, então você deve
confiar nele, mesmo tudo pareça não funcionar.
No Reino do Eterno não vale o pragmatismo. O
objetivo não são apenas os resultados obtidos, mas principalmente o modo de
alcançá-los. Ainda que o resultado por você conseguido tenha sido,
aparentemente, satisfatório, se o mesmo foi obtido sem Jesus ou dissociado de
Sua Palavra, neste caso Ha-Satan venceu a guerra espiritual, já que Seu
objetivo mor é provar que algo é possível funcionar sem o Eterno e Sua Palavra.
Você pode estar se perguntando: “mas afinal,
que mal há em a mulher ter cargo de liderança?”. O problema é que, embora a
mulher seja capaz de fazer o papel do homem, o contrário não é verdade.
Por exemplo, a mulher consegue exercer o papel
de pai, mas jamais um homem conseguirá desempenhar o papel de mãe. Assim, se a
mulher reivindicar para si o papel do homem, quem exercerá seu papel no lar? Os
estranhos?
Você pode argumentar: “mas ela pode exercer os
dois papéis ao mesmo tempo”. NÃO PODE (pelo menos não uma mulher virtuosa)!
Afinal, cuidar dos filhos do modo correto é algo que exige tudo da mãe. O
problema é que, infelizmente, pelo fato de o amor ter se esfriado de quase
todos (Mt 24.12), as mulheres começaram a supor que cuidar de filho se resume a
dar comida e trocar fraudas. Contudo, o papel de mãe inclui educar os filhos
(tanto em termos de caráter, como em termos mentais e físicos). E a função de
mãe é tão magnífica que é através desta que o Eterno salva a mulher (1Tm 2.15).
Sem contar que o ministério de Débora só teve eficácia quando ela acolheu o
povo de Israel como se fossem seus filhos (Jz 5.7).
Além do papel como mãe, ainda há seu papel como
auxiliadora idônea do homem, a partir do qual ela se deixa usar pelo Eterno
para administrar os recursos que o Eterno entregou ao marido, de modo que Ele
seja livre para buscar mais do Eterno.
A mulher foi criada para ajudar ao homem.
Quando virgem (como as filhas de Filipe – At
21.8,9), a mulher deve auxiliar seu pai; após casada,
ao marido. Tal como o homem não pode querer se sobressair separado de Jesus,
assim a mulher jamais deve se sobressair isolada do homem. Quem deve glorificar
o homem é Jesus (e não o mundo) (Jo 5.44; 1Co 11.7) e quem deve glorificar a mulher é o marido (e não o mundo) (Pv 31.28-30).
MAS, E SE A MULHER TIVER BOAS IDEIAS E DONS, NEM ASSIM PODE ENSINAR NAS IGREJAS (1Co 14.34,35; 1Tm 2.11,12)?
Igreja
aqui é, na verdade, a Oholiau, ou seja, o grupo que surge quando dois ou três
indivíduos se reúnem informalmente em nome de Jesus (Mt 18.20),
tal como se dá entre amigos íntimos. Uma das razões para a mulher não poder
ensinar é porque isto é papel do homem. Cabe ao homem deixar que o Eterno o
guie em busca das ovelhas que se perderam no mundo (se o marido for evangelista) ou das ovelhas que se perderam na
Oholiau (caso o marido
seja pastor).
Note
que o mandamento de Jesus não é para amar “a todos” como a si mesmo, mas sim
amar “o próximo”. Ou seja, não é para irmos longe atrás de indivíduos para
amar. O Eterno se encarregará de trazer os indivíduos certos até nós, tal como
ele trouxe os animais até Adão para serem nomeados (Gn 2.19)
ou a mulher para que ele tivesse a auxiliadora idônea (Gn 2.22). Não é para darmos certos com todo
mundo, mas tão somente com os que o Eterno colocou na nossa vida.
Tanto
que a mulher virtuosa não é a que dá edifica a casa dos outros, mas sim aquela
que edifica a própria casa (Pv 14.1).
Ela cuida dos filhos dela, e não dos filhos dos outros, tal como faz quem adota
uma criança ou trabalha fora de casa.
Você
pode questionar: mas existem os filhos na fé.
Correto!
Mas existe uma diferença: os filhos naturais (sejam físicos ou espirituais) são aqueles que o Eterno dá ao casal (tal como fez com Jesus – Hb
2.13); os filhos
adotivos são aqueles que o casal decide amar por conta própria (esquecem que apenas o Eterno é
amor – 1Jo 4.8,16).
Quem procede deste modo acaba fazendo do amor um serviço.
O
correto é:
·
a
mulher amar os filhos que o Eterno lhe deu através do marido;
·
o
homem adotar os filhos que o Eterno trabalhou no ventre (seja físico ou
espiritual) de sua esposa.
Para
ser mais exato: o Eterno conduz o marido até as ovelhas que são para ele
apascentar e este as traz à esposa que irá recebê-los como a filhos (tal como fez Débora (Jz 5.7) e
Paulo (2Co 6.13; 1Ts 2.7)).
Quando eles tiverem nascido espiritualmente, o marido os adota como filhos
seus.
A
esposa derrama do seu “bom vinho” (Ct 7.9),
ou seja, a Palavra que ela aprendeu do Eterno ao desfrutar da intimidade com o
marido (ver 1Co 14.35). Fique claro que não se trata simplesmente
de falar da palavra do Eterno para os filhos, mas sim de pregá-la na tábua do
coração de cada um deles (2Co 3.2,3).
Agora
entende o porquê de a mulher não poder falar na Oholiau? Simples: a mulher
virtuosa não tem tempo para este tipo de coisa, já que o trabalho que ela tem
para realizar na vida dos filhos é em extremo grandioso. Cabe a ela preparar
seus filhos para ser instruído pelo marido na obra que o Eterno pretende chamar
(ver At 13.1,2). E como ela não sabe quando isto irá
ocorrer, ela não pode perder um minuto sequer.
Veja
o caso, por exemplo, de Josias. Ele foi chamado para ser rei com oito anos de
idade (2Rs 22.1). Mesmo que a mulher tenha um só filho,
aí que ela terá que se dedicar mais a ele, pois com certeza a obra que o Eterno
tem para realizar através dele é extremamente grande.
É
um problema sério quando a mulher se recusa a aceitar o plano do Eterno para
ela, quando começa a questionar a razão de ser exatamente quem é (algo que a Escritura Sagrada
condena – Is 45.9,10; Rm 9.20,21).
Pense: você já parou para pensar em qual é a raiz do pecado?
O
que levou Ha-Satan a se rebelar contra o Eterno?
·
“E aos anjos que não guardaram o seu
principado, mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão e em
prisões eternas até ao juízo daquele grande dia;” (Jd 6).
Tudo
começou por ele não guardar seu principado. Ele começou a se achar bom demais,
capaz de fazer coisas mais boas e maravilhosas, o que o levou a almejar um
posto mais elevado, superior a de todos os demais anjos (Is 14.12-14). Não pense que sua intenção era má.
Pelo contrário, como o pecado ainda não tinha surgido no universo, sua intenção
era boa. No entanto, foi seu desejo de querer ajudar além de sua capacidade que
o pecado brotou dentro dele.
E
quanto a contaminação do mundo pelo pecado? Tudo começou justamente quando Eva
achou que tinha capacidade para administrar um conhecimento maior do que o que
o Eterno lhe dera (Gn 3.5,6).
E não pense que ela estava mal intencionada. Como o pecado ainda não tinha
penetrado em sua carne, é bem provável que a intenção de Eva era fazer bom uso
do conhecimento. No entanto, o resultado deste conhecimento é o que podemos ver
à nossa volta.
Não
é em vão que o Paulo adverte:
·
“Porque também o corpo não é um só membro,
mas muitos. Se o pé disser: Porque não sou mão, não sou do corpo; não será por
isso do corpo? E se a orelha disser: Porque não sou olho não sou do corpo; não
será por isso do corpo? Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se
todo fosse ouvido, onde estaria o olfato? Mas agora Deus colocou os membros no
corpo, cada um deles como quis. E, se todos fossem um só membro, onde estaria o
corpo? Assim, pois, há muitos membros, mas um corpo. E o olho não pode dizer à
mão: Não tenho necessidade de ti; nem ainda a cabeça aos pés: Não tenho
necessidade de vós. Antes, os membros do corpo que parecem ser os mais fracos
são necessários;” (1Co 12.14-22).
Ou
seja, ninguém deve contestar os planos do Eterno. Quando a mulher começa a
supor que pode fazer o papel do homem ou exercer sua autoridade, ela está
abandando seu principado. Por melhor que sejam suas intenções, não são suas
obras que produzem salvação, mas sim o Favor do Eterno mediante nossa confiança
em Jesus (Ef 2.8,9). Além de não cumprir com o papel que o Eterno lhe deu, a
mulher, neste caso, acaba atrapalhando os homens de crescerem na fé através do
ministério que o Eterno lhes confiou.
É
bom lembrar que tanto Ha-Satan quanto Eva achavam que estavam habilitados para
alcançarem uma posição mais elevada e o resultado foi este mundo que está
diante de nós.
Você pode questionar:
Sendo assim, o que fazer com
as mulheres que foram ordenadas para algum cargo eclesiástico? Elas devem ser removidas
do cargo?
Na verdade não há como desfazer a ordenação, por
um motivo muito simples: não é possível desfazer algo que nunca foi feito. O
Eterno jamais fará algo que irá contra a Sua Palavra. Por melhor e mais capaz
que uma mulher seja, jamais Ele irá ordenar uma mulher para algum cargo de
liderança.
Não importa se o sistema religioso consagrou a
mulher para um dado cargo, muito menos se o povão reconhece ou não o cargo da
mulher, isto apenas fará dela uma ministra do sistema religioso (que nada tem
haver com Eterno).
Assim, a mulher que realmente quer agradar ao
Eterno, deve imediatamente abandonar o sistema religioso e todas as regalias
por ele concedidas, bem como todo cargo secular em seu emprego.
Lembre-se que a mulher que é sábia edifica a
sua casa, e não a dos outros (Pv 14.1). Ao invés de trabalhar para estranhos
que, na maioria das vezes, nenhuma aceitação têm diante do Eterno, sua força,
tempo e energia devem ser dados Àquele que lhe deu a vida por meio daquele de
onde foi tirada (ver Gn 2.23; 1Pe 3.7).
Você pode questionar: isto não parece justo!
Se a mulher foi tão usada para
propagar o evangelho e salvar vidas, é justo removê-la do cargo?
Em primeiro lugar, que evangelho é este por ela
pregado? Se acreditar em Jesus salvar, então até Ha-Satan está salvo (Tg 2.19).
Que Jesus é este que está sendo pregado, uma vez que a Escritura Sagrada tem
sido desprezada? Não se pode crer no Eterno apenas pela metade ou só naquilo
que é conveniente.
A maioria dos indivíduos que foram convertidos
através deste ministério, se converteram ao sistema religioso, e não ao Jesus
Cristo do qual a Escritura Sagrada trata. Lembre-se de que nem todo que diz
Senhor, Senhor e é usado por Ele em profecias, expulsão de demônios, milagres e
evangelismo necessariamente pertencem a Ele (isto se é que realmente é o Eterno
que está a usá-los – Mt 7.21-23; Lc 13.23-28).
É bem verdade que, eventualmente, alguns
indivíduos irão crer em meio à ministração de algumas mulheres, visto que a
eficácia não está em quem quer, nem em quem corre, mas no Eterno que se
compadece (Rm 9.16). Basta que a Palavra seja ministrada com verdade e ela
cumprirá o que apraz ao Eterno (Is 55.10,11; Fp 1.15-19), apesar da falsidade
dos homens, visto que o Eterno vela pela Sua Palavra (Jr 1.11,12).
Em outras palavras, tais indivíduos não foram
salvos pelo ministério das mulheres, mas apesar do mesmo.
Mas
se é assim:
Por que as mulheres podem
ocupar cargos administrativos no meio secular (inclusive o de rainha e
presidente da república) e não podem ocupar cargo eclesiástico?
Quem foi que disse que a mulher pode ocupar
tais cargos? As mulheres que ingressam em carreira profissional, política, etc.
estão em desacordo com a vontade do Eterno e irão colher os frutos da sua
desobediência.
Além disto, jamais este mundo corrupto deve ser
tomado como referência. Não podemos nos esquecer que o mundo jaz no maligno (Jo
14.30; Ef 2.1,2; 1Jo 5.19). Logo, a amizade com o mundo é inimizade contra o
Eterno (Tg 4.4).
Sendo o mundo governado pelo Sistema
Babilônico, é lógico que tudo é permitido para aqueles que nele estão dentro.
Mas para a Igreja, a ordem é clara: saia da Babilônia (Ap 18.4)! Que as
mulheres profanas e ímpias queiram concorrer com os homens e se tornar como
eles, o problema é delas. O importante é que você, mulher, que deseja ser útil
e agradável ao Eterno caia neste engodo de Ha-Satan.
Talvez você se pergunte:
Mas será que realmente vale a
pena esta discussão? Isto vai interferir na salvação da mulher e dos membros?
Com certeza! Se boa vontade ou intenção
salvasse, então não precisava de o Eterno ter se feito homem e morrido por nós
na cruz. Se fosse para cada um servir ao Eterno do Seu jeito, não precisava da
Escritura Sagrada. Bastava o mandamento de amar ao Eterno e ao próximo como a
si mesmo (Mt 22.36-39) e pronto: cada um fazia do modo que lhe parecesse mais
conveniente e correto (como se dava em Dt 12.8; Jz 17.6; 21.25), algo
severamente condenado pelo Eterno por meio de Moisés:
·
“Não fareis conforme a tudo o que hoje fazemos aqui, cada
qual tudo o que bem parece aos seus olhos.” (Deuteronômio 12.8).
Quando a Escritura Sagrada diz que é a
confiança em Jesus que salva, (Rm 10. 8,9), não está se referindo à imagem de
Jesus que erguemos no coração, mas sim ao verdadeiro Jesus de que a Escritura
Sagrada fala.
Considerando que Jesus é o Verbo do Eterno,
logo adulterar Sua Palavra é adulterar a Ele próprio, o que trará condenação
tanto para os que adulteram quanto para os que se deixam guiar pelo adultério
(ver Is 30.1-3; 31.1-3; Ez 14.7-10; Mt 15.14; Ap 2.20-23; 22.18,19).
Mas se é assim, como fica a
situação das grandes mulheres do Eterno na Escritura Sagrada?
Vejamos algumas delas:
Débora
De todos os exemplos da Escritura Sagrada, este
parece ser o que mais dá base ao pastorado familiar. Vem a questão: por que
será que Débora foi instituída pelo Eterno como juíza e profetiza?
Eu só consigo enxergar uma explicação: por
falta de um homem mais capacitado para o exercício de tais ofícios. Afinal, com
a opressão de Jabim, rei de Canaã (Jz 4.1), os homens estavam todos escondidos.
Até Baraque, que a Escritura Sagrada retrata como herói da fé (Hb 11.), não
teve coragem de ir sozinho à peleja. Nem mesmo após ouvir a voz do Eterno (Jz
4.6), ele não teve confiança somente no Eterno para ir à peleja sem Débora (Jz
4.8).
Diante deste quadro dramático, o Eterno desperta
Débora. Com certeza o objetivo mor era envergonhar os homens pela sua
incredulidade e maldade. Analise a Escritura Sagrada e verás que nunca a
presença de uma mulher no governo é visto com bons olhos, mas como uma punição
pelos pecados da nação.
·
“Os opressores do meu povo são crianças, e mulheres
dominam sobre ele; ah, povo meu! Os que te guiam te enganam, e destroem o
caminho das tuas veredas.” (Is 3.12)
Afinal, quando a mulher é obrigada a deixar a
casa das suas delícias (Mq 2.9), quem é que fica na “torre de vigia”, zelando
para que os filhos venham a ser grandes homens do Eterno por meio dos quais a
glória Dele encha toda a terra (Is 11.9; Hc 2.14)? É triste quando a mulher não
consegue encontrar paz e recursos para fazer dos seus filhos aquilo que o povo
do Eterno tanto necessita.
Raquel
Muitos a usam como exemplo pelo fato de ela ter sido pastora (Gn 29.9).
No entanto, eu te pergunto: quem foi Raquel. Se ela é um exemplo do que
significa o pastorado feminino, então é o melhor exemplo que existe para provar
como tal cargo é um desastre.
Para começar ela era uma mulher idólatra (veja Gn 31.32) que enganou
seu pai só para ficar com seus deuses (Gn 31.35). Como se isto não bastasse,
ela teve a capacidade de vender seu marido por um buquê de flores (Gn
30.14-16). Agora pense em como Jacó, que tanto trabalhou só para ter Raquel
para si, se sentir ao vir tarde do campo, com certeza sonhando com mais uma
noite ao lado da sua amada, ao descobrir que teria que dormir com a outra.
Ester
Ela nunca esteve na liderança absoluta da Média-Pérsia. Primeiro,
estava submissa ao seu marido Assuero. E, quando foi convidada para governar ao
lado dele, o fez junto com Mordecai, seu primo (veja Et 9.29). Em outras
palavras, ela fez o perfeito papel de uma auxiliadora idônea.
Lídia (At 16.14,15,40).
Há quem considere esta mulher como a primeira pastora da era cristã.
Ora, onde isto se acha escrito? A única coisa que é mencionado a respeito dela
é que o Eterno lhe abriu o coração para que O ouvisse falar através de Paulo.
Embora toda sua casa tenha se convertido por meio de Lídia, isto em momento
algum é motivo para considerá-la uma líder religiosa. Não podemos ir além do
que está escrito (Pv 30.5,6; 1Co 4.6).
Lóide (avó de Timóteo) e
Eunice (mãe de Timóteo - 2Tm 1.5).
É bem verdade que nada é mencionado do avó de Timóteo e a única menção
acerca do pai de Timóteo é que ele era grego (At 16.1). Se nada mais é
mencionado acerca do pai de Timóteo (por exemplo, seu nome) ou de algum outro
parente seu, é porque os mesmos não tiveram um papel especial nas mãos do
Eterno para conduzir Timóteo às sagradas letras.
Contudo, a única coisa que isto serve é para confirmar a importância da
mulher dedicar ao seu lar. Afinal, estas duas mulheres foram exaltadas por
Paulo justamente pela sua dedicação ao lar.
As trabalhadoras do Eterno
·
“Recomendo-vos, pois, Febe, nossa irmã, a qual serve na
igreja que está em Cencréia para que a recebais no Senhor, como convém aos
santos, e a ajudeis em qualquer coisa que de vós necessitar; porque tem
hospedado a muitos, como também a mim mesmo.” (Rm 16.1,2) – A questão é: como Febe estava servindo à Oholiau (aqueles que são
reunidos pelo Eterno para conhecê-Lo)? Hospedando os irmãos que necessitavam de
um lugar para ficar;
·
“Saudai a Priscila e a Áqüila, meus cooperadores em
Cristo Jesus, os quais pela minha vida expuseram as suas cabeças; o que não só
eu lhes agradeço, mas também todas as igrejas dos gentios.” (Rm 16.3,4) – Priscila serviu a Oholiau, chegando a arriscar sua vida. Contudo, ela
fez isto auxiliando idoneamente a Áquila, seu marido. Se ela recebeu mais
destaque a ponto de seu nome ter vindo primeiro, é porque, certamente, ela
desempenhava melhor seu papel como corpo do que Áquila como cabeça. Mas isto,
em momento algum significa que era ela a líder ou para dizer que o homem não
serve para governar.
Creia: a eficácia não está na capacidade do
homem, mas sim na operação sobrenatural do Eterno. Considerando que é quando
estamos fracos é que somos fortes (2Co 12.9,10), logo é justamente os mais
fracos que o Eterno quer honrar (1Co 12.23-26);
·
“Saudai a Maria, que trabalhou muito por nós.” (Rm 16.6);
“Saudai a Trifena e a Trifosa, as
quais trabalham no Senhor. Saudai à amada Pérside, a qual muito trabalhou no
SENHOR.” (Rm 16.12) – Que estas mulheres muito trabalharam no
Eterno, não se discute. Contudo, em momento algum é mencionado o modo com o
qual elas foram usadas pelo Eterno;
·
“Saudai a Rufo, eleito no Senhor, e a sua mãe e minha.”
(Rm 16.13) – a mãe de Rufo fez exatamente o que uma
mulher deve fazer: amar os que o Eterno traz até si como se fossem seus filhos;
·
“Saudai a Filólogo e a Júlia, a Nereu e a sua irmã, e a
Olimpas, e a todos os santos que com eles estão.” (Rm 16.15) – É claro que, por terem sido tais mulheres saudadas, com certeza elas
mereciam atenção. Contudo, há muitas coisas que o Eterno pode fazer por meio de
alguém para que este mereça ser honrado. O problema é que, em nossa sociedade,
os pequenos serviços são menosprezados (veja Mt 10.42);
·
“Rogo a Evódia, e rogo a Síntique, que sintam o mesmo no
SENHOR.” (Fp 4.2) – com certeza também duas grandes mulheres, já
que, do contrário, Paulo não se preocuparia que elas não estivessem em plena
concordância. Contudo, o mesmo que foi dito anteriormente vale para elas.
E quanto ao fato de não haver
distinção entre homem e mulher no Eterno?
·
“Porque todos
quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo. Nisto não há
judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos
vós sois um em Cristo Jesus.” (Gálatas 3.27,28)
Observe o que é dito no versículo anterior (Gl
3.27). Note que está sendo tratado dos indivíduos que foram introduzidos em
Cristo e que, por isto, estão revestidos do Seu amor. Em outras palavras, está
se referindo à salvação daqueles que creram no Eterno e entregaram suas vidas
nas mãos dele. Neste contexto, é lógico que não há distinção de raça, língua,
cor, sexo, idade, etc.
Em momento algum isto tem haver com cargo
eclesiástico ou função ministerial.
E quanto aos ministérios de
que trata Efésios 4? Aparentemente, em momento algum é mencionado que os mesmos
são só para homens
·
“E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para
profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores,” (Ef
4.11)
É preciso entender que o Eterno fez Sua aliança
com o homem (Gn 2.15-17). A mulher entrou como auxiliadora idônea do homem (Gn
2.18). Não são duas alianças, mas uma só graça de vida sobre ambos (1Pe 3.7).
Logo, o ministério é para ser exercido pelo
homem.
Então quer dizer que a mulher não ministra
nada? Assim como o ministério da Igreja é passivo, ou seja, quem age é o
Eterno, sendo Ele quem faz todas as coisas por meio dela, o mesmo se dá com a
mulher.
A ministra passivamente, a saber, na medida em
que ela se deixa usar pelo Eterno através do marido. A partir daí, mesmo sem
dizer uma palavra (ver 1Pe 3.1,2), ela consegue fixar o evangelho no coração
dos indivíduos. Como? Imagine o que os indivíduos à sua volta sentirão ao ver a
esposa e os filhos juntinho do marido honrando-o, ajudando-o, com todo amor,
suavidade e dedicação, de coração. Ainda mais num mundo como o nosso onde é
raro achar um casamento bem sucedido, este respeito e carinho mútuo falam mais
do que qualquer sermão bem elaborado pelo mais ungido dos pastores.
E como fica 1Co 11, o qual aparentemente
autoriza a mulher a orar e profetizar?
·
“Mas toda a mulher que ora ou profetiza com a cabeça
descoberta, desonra a sua própria cabeça, porque é como se estivesse rapada.”
(1Co 11.5).
Em momento algum está dizendo que a mulher pode
orar e profetizar nas reuniões da Oholiau. Como já dito anteriormente, nestas
reuniões a mulher tem que permanecer calada. No entanto, quando estivesse em
casa, ela podia orar e profetizar, contanto que estivesse com sua cabeça
coberta.
Entendendo a cabeça da mulher é o homem e que a
mulher deve encobrir o homem no seu coração (1Pe 3.4), logo ter a cabeça
coberta significa que a mulher está cumprindo com sua missão junto ao seu
marido.
Ou seja, ela só pode orar e profetizar em casa,
e isto se estiver em total submissão ao seu marido.
E quanto às filhas virgens de
Filipe que profetizavam (At 21.8,9)?
·
“E no dia seguinte, partindo dali Paulo, e nós que com
ele estávamos, chegamos a Cesaréia; e, entrando em casa de Filipe, o
evangelista, que era um dos sete, ficamos com ele. E tinha este quatro filhas
virgens, que profetizavam.” (At 21.8,9).
Note que elas, além de não serem casadas,
estavam profetizando em sua casa.
Conclusão
Enfim, a mulher deve exaltar o homem, deixando
que Eterno use sua vida para que Seu ministério na vida dele se cumpra (é assim que
ela demonstra o poder de Jesus e Sua Palavra). No que
ela se dedica a frutificar e multiplicar, com modéstia, a semente do homem por
meio da fé, amor e santificação (1Tm 2.15), ela é salva. Embora haja mulheres
sinceras com intenção de ajudar aos indivíduos, jamais elas devem fugir do
papel delas.
Lembre-se que o importante não é o certo e o
errado (Gn 2.17), mas sim servir a Cristo. Quando a mulher (ou o homem) tenta fazer algo certo neste mundo separado de Cristo e burlando a
Palavra do Eterno, ela está se comportando como um anticristo (Mt 12.30). Mesmo que as ideias e intenções pareçam boas, o importante é
confirmar que o amor do Eterno por nós (expresso em Sua Palavra) e Sua contínua
presença (Mt 1.23; 28.20).
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